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Exposição Transformação, Casa Firjan

A exposição que inaugurou a Casa Firjan tinha um desafio de leitura antes de um desafio de forma: como falar de indústria sem cair na imagem fácil de máquina e produção, num espaço dedicado a pensar a nova economia. A resposta da direção de arte foi tratar a indústria como força de transformação social, de ontem, de hoje e de amanhã, e organizar a narrativa em torno das pessoas, não dos produtos.

A mostra Conexões se estruturou em três tempos: “Identidades”, a evolução da indústria com os profissionais como eixo; “Convergência”, vinte exemplos de empreendedorismo redefinindo o setor; “Horizontes”, os futuros possíveis: trabalho, educação, tecnologia, circularidade, transparência. Pioneiros homenageou os fundadores, entre eles antigos moradores da casa. Materialidade trouxe cinco artistas visuais, Adrianna Eu, Raul Mourão, Cassio Vasconcellos, Tulio Pinto e Gustavo Prado, sob curadoria de Marcello Dantas, sobre uma premissa precisa: a indústria transforma, a arte ressignifica. A direção de arte deu unidade a essas camadas e se estendeu aos desdobramentos de comunicação e a um áudio-guia por mobile.

CLIENTE  CASA FIRJAN

UM PROJETO  SUPERUBER

 

Cartografia da Marca Direção de Arte