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Esta pesquisa confia em transformações positivas, relações mutuamente proveitosas e em outras formas possíveis de geração de vida. No centro desta reflexão está o design, que no encontro com a arte se experimenta, se reflexiona e se reelabora sob outro ritmo e condição. Um design distraído, artístico, que provoca mais questionamentos do que respostas aos modos de ser, ver, pensar e fazer. Para ir além, esta pesquisa invoca pensadores, projetistas e artistas para refletir sobre um campo de ideias possíveis ou impossíveis, úteis ou inúteis, especulativas ou de inspiração histórica – a partir dos anos 1960 e 1970 –, que contribuam para uma outra perspectiva mais atenta às narrativas locais e aos problemas certos – sejam as questões da subjetividades, nossa corporeidade e ativos culturais, ou; de ordem prática, no que se refere aos modos de produção, de ritmo capitalista acelerado, e sinônimo de crise ambiental, ética e humanitária. Tempos que urgem novas reflexões e práxis sobre o que nos cerca e nos afeta, como uma reconstrução da vida coletiva.

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